DE QUE FALAMOS?

À Alinhavo interessam questões de saúde humana, animal e ambiental, bem como as condições laborais dos trabalhadores, os valores da empresa, a sua certificação ética e o seu papel perante a sociedade.

Assim, prezamos minimizar o impacto que o ciclo de vida do produto tem na saúde humana, nomeadamente averiguando o uso de produtos tóxicos, quer no processo de manufactura, quer em resíduos nos materiais do vestuário. Deriva também da noção de saúde humana os próprios direitos laborais dos trabalhadores. Interessa-nos esclarecer a faixa etária destes e denunciar exploração infantil, expôr as condições de trabalho destes, as respectivas certificações e a justiça da sua remuneração. Adicionalmente, valorizamos a garantia da saúde das comunidades envolventes nas fábricas e o comércio justo (fair trade), bem como os direitos dos animais e a salvaguarda do bem-estar destes. Assim, procuramos sondar o uso de peles, pêlo e seda, bem como a produção vegan.

Uma vez que comunidade não é independente do ambiente em que se insere e que estimamos o nosso planeta, ressalvamos a pegada ambiental que cada empresa deixa. Compete-nos averiguar o uso de pesticidas, de materiais orgânicos, biológicos ou outros amigos do ambiente, de microplástico, de fibras alternativas e, centralmente, o tipo de algodão utilizado. Valorizamos o uso de materiais reutilizados ou, caso não seja possível, de materiais reciclados e recicláveis, no sentido de garantir uma maior longevidade do produto. Complementarmente, concerne-nos também o processo de transporte, as emissões de dióxido de carbono que lhe estão associadas, o dispêndio de água e o gasto energético.

Por fim, prestigiamos certificação ética e as atitudes das empresas, através da sua gestão, transparência, intenção, cooperação e inovação. O tipo de modelo seguido e as suas motivações (e.g. lucro, ecologia) são do nosso interesse. A sua postura perante a sociedade compete-nos também, e assim pretendemos divulgar o apoio à caridade, o investimento no capital humano e o apoio comunitário que estas pretendem. Relevamos também o empreendedorismo social, a igualdade entre géneros e a protecção da vida selvagem.

Economia Circular

Para além destas áreas, há diversas temáticas que se interligam com o consumo consciente de vestuário. Destas destacamos o Minimalismo e a necessidade de conhecermos o nosso armário: sabermos o que temos, o que usamos e o que precisamos.

Neste sentido, convidámos a Fátima Teixeira, criadora do projeto Master of Simplicity, para falar connosco sobre a forma como o minimalismo pode ser aplicado à gestão do nosso armário e à forma como consumimos e usamos roupa.

Entrevista completa à Master of Simplicity